Apresentação do livro É agora como nunca. Antologia incompleta da poesia contemporânea brasileira organizado por Adriana Calcanhotto, Edição Livros Cotovia

Apresentação do livro É agora como nunca. Antologia incompleta da poesia contemporânea brasileira, de Adriana Calcanhotto (org), Edição Livros Cotovia.

Apresentação a cargo de Carlos de Mendes Sousa (ILCH_UMINHO) com a presença da autora.

"Reunir poetas, tornando parte da sua obra mais transportável, é ideia na origem desta antologia. “Em vez
de levar nas férias de verão mais de quarenta livros de poesia contemporânea, levar um só.” Ao todo, 41 poetas
brasileiros contemporâneos, novíssimos muitos deles.
Antologia é, por definição, selecção e, neste caso, selecção “não académica e crítica”. Adriana Calcanhotto, cantautora
brasileira que dispensa apresentações, diz de si própria ser leitora diletante de poesia. Mas quem já conversou com
ela assegura ser Adriana uma mulher cultíssima no que à poesia diz respeito – e grande conhecedora, também, da
poesia portuguesa.
Converse, leitora, leitor, com estes poetas, estas vozes que se reinventam a si próprias
neste momento. É um privilégio receber das mãos de Adriana Calcanhotto este “instantâneo da poesia brasileira agora”"

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Adriana Calcanhoto
"Cantora e compositora brasileira, filha de um baterista de jazz e bossa nova e de uma bailarina, nasceu a 3 de Outubro de 1965, no Rio Grande do Sul, no Brasil.

O seu crescimento musical foi fortemente influenciado por Tom Jobim e João Donato. Começou como cantora da noite e foi descoberta quando cantava num restaurante. Com as suas actuações (onde provava que através da interpretação era possível mudar todo o contexto em que a música foi inserida pelo seu compositor) vestia as suas interpretações com uma roupagem peculiar, cativando as atenções do mundo musical. Nos finais da década de 80 do século XX mudou-se para o Rio de Janeiro.

Foi saudada como a nova Elis Regina e gravou o seu primeiro disco, Enguiço (1990), pela CBS, que foi um sucesso, mas a crítica dividiu-se: alguns apontavam Adriana como uma das grandes revelações para a década de 90; outros achavam que se tratava de uma euforia passageira em redor de uma cantora que não o justificava, mas era apoiada por um marketing muito bom.

O segundo álbum, Senhas (1992), concedeu-lhe a fama: a faixa "Mentiras" foi aproveitada para uma novela da Rede Globo de enorme sucesso - "Renascer", tendo passado inúmeras vezes em todas as rádios do país. Os discos que se seguiram trataram de dissipar todas as dúvidas quanto ao seu valor na música popular brasileira: A Fábrica do Poema, disco do ano, lançado em 1994; Marítimo, um CD de 1998 onde os temas principais são o mar e a dança; Público, numa gravação de um espectáculo ao vivo, de 2000; Cantada, de 2002, onde a maioria das canções são da autoria da cantora; e Adriana Partimpim, 2004, um disco especialmente dedicado às crianças.

Ao longo da sua carreira, Adriana consolidou-se como uma das maiores intérpretes da música brasileira, assim como uma compositora cuidadosa, brincando com as palavras da mesma forma que brinca com o público nas suas actuações."

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